segunda-feira, 12 de outubro de 2009

LUCIA HINZ

Talento e obra Imortalizada pela Academia Brasileira de Belas Artes (ABBA) Órgão consultivo do Governo Federal do Brasil Através das cores e formas, encontro equilíbrio e harmonia para minha vida espiritual, exprimindo assim, lembrança e saudades de uma busca infinita, de um passado que pertence ao presente e ao futuro. É assim que amo a vida e a liberdade. Tenho a honra mto grande de poder ser amiga desta MULHER, com tudo maiúsculo! Nascida no Brasil em Caicó.Sim Norte do Brasil. Mostrou que de la tambem podem viajar estrelas para o mundo, defendendo o nossso Brasil com muito orgulho. Suas obras sao versáteis, maravilhosas coloridas e transmitem a alegria que transborda desta menina baixinha alegre espoleta, que nao para nunca. Procurem, vejam e se deleitem. Ela existe, e esta sempre pertinho d nós.

perca se...vale a pena!

esporte! te deixa durinha, linda,bem humorada, especial.

Algumas belezas do tenis.

Vestido de crochê/fácil! tênis...pinte a sua bandeira.

se encontrar compre... barata serve ate pra dormir, dpois daquele enrosco gostoso

Lojas Marisa...corrra pq é baratinha

Absorção de impactos

Com o objetivo de garantir proteção e conforto, além de absorver impactos, a Puket aposta na tecnologia de suas meias esportivas Puket Tech. Elas são confeccionadas com fios especiais que distribuem a pressão, reduzem o atrito e eliminam rapidamente a umidade de transpiração nos pés. As microfibras de alta tecnologia que compõem as meias não absorvem a água e auxiliam a evaporação, o que torna a meia mais prática e higiênica. A coleção tem vários modelos, divididos em três diferentes linhas: alto, médio e baixo impacto, para os diferentes níveis de intensidade de cada atividade esportiva. A partir de 17,90 reais, na Puket do Esplanada Shopping, tel.: (15) 3211-1834
A musica mtas vezes é o silencio que precisamos...Nela vc vive, sente se a pesssoa mais feliz do planeta, chora mto tem reaçoes das mais complexas.....mas ela, é divina. Poucos entendem issso

domingo, 11 de outubro de 2009

para dormir, sair, e estar sempre a mão

Neruda, sabia das coisas ...

Soneto XI Tenho fome de tua boca, de tua voz, de teu pelo, e pelas ruas vou sem nutrir-me, calado, não me sustenta o pão, a aurora me desequilibra, busco o som líquido de teus pés no dia. Estou faminto de teu riso resvalado, de tuas mãos cor de furioso celeiro, tenho fome da pálida pedra de tuas unhas, quero comer tua pele como uma intacta amêndoa. Quero comer o raio queimado de tua beleza, o nariz soberano do arrogante rosto, quero comer a sombra fugaz de tuas pestanas e faminto venho e vou olfateando o crepúsculo buscando-te, buscando teu coração ardente como um puma na solidão de Quitratúe.